Transporte de animais vivos - Legislação ambiental

Transporte de animais vivos - Legislação ambiental

Animais no matadouro: início da jornada rumo a um transporte mais "humano"

Artigo escrito pelo advogado. Rita Sivori

A legislação ainda parece inadequada Milhares de animais são submetidos a práticas vis no transporte todos os anos implementados desde os locais de criação até os de abate.

A análise dos abusos perpetrados e as solicitações levantadas a esse respeito levaram ao surgimento do necessidade de regulamentação legal mais forte. Em síntese, as questões destacadas dizem respeito às distâncias exaustivas enfrentadas em condições climatéricas e rodoviárias adversas e as repercussões daí resultantes na saúde, bem como na qualidade do produto final.

Foram apurados casos de movimentos sem concessão de paradas, alimentos ou água, em flagrante violação da legislação em vigor.

Mas tem mais, Razões econômicas, freqüentemente envolvem a transferência de um número de espécimes (cavalos, bezerros, porcos, ovelhas, cordeiros, etc.) maior do que a capacidade do veículo usado.

E assim, os animais aglomerados correm o risco de serem pisoteados, com consequentes fraturas de membros ou pelve. Ao chegarem ao destino, muitas vezes são fisgados nos pontos onde ocorreu a lesão e arrastados para fora.

A intensidade do estresse e do medo enfrentados levou, às vezes, à morte antes do final da jornada

O legislador tem abordado o problema por meio de tentativas de amenizar o sofrimento.

As fotos e vídeos divulgados ao longo dos anos têm sido fundamentais para refutar o que, ainda hoje, alguns operadores do setor procuram defender para salvaguardar os interesses ligados a esta atividade.

A documentação coletada também foi citada por veterinários comunitários, dentro dos laudos das investigações realizadas, e constatou a ilegalidade prevalecente em que, normalmente, o transporte ocorre.

Daí surgiu a necessidade de regulamentar o problema de forma incisiva com previsões específicas para cada tema envolvido.

No contexto europeu, era desejado, por meio do regulamento entrou em vigor em 5 de janeiro de 2007, esclarecer definitivamente quais os animais considerados aptos para o transporte, quais os meios a utilizar e quais os controlos que devem ser efectuados pela polícia.

Especificamente, previu-se que os veículos utilizados devem estar equipados com ventilação, irrigação, alimentação e regulação da temperatura e foram identificados os limites de densidade de carga.

A fim de respeitar as diferentes condições e necessidades, também foi proibida a deslocação de espécimes muito jovens para distâncias superiores a 100 km e de fêmeas na última semana de gravidez ou que tenham dado à luz há menos de uma semana.

A legislação trata de indicar, de forma detalhada, os gestores através da classificação das várias fases do percurso e da distinção dos setores de competência.

É disponibilizada formação a condutores e acompanhantes, com a necessidade de emissão de certificado específico de aptidão para o cuidado de animais, bem como a identificação de postos de controlo ao longo dos percursos.

Daqui decorre que ninguém pode ser considerado autorizado, com base nas disposições do regulamento, a transportar ou mandar transportar animais em condições que os exponham a danos ou sofrimentos desnecessários.

Na Itália, o assunto foi tratado desde Decreto Legislativo 151/2007, que adoptou os critérios indicados nas disposições comunitárias, prevendo sanções específicas para cada infracção constatada, cuja aplicação é confiada, para os transportes nacionais, às Regiões e Províncias autónomas.

No mesmo decreto, impõe-se a obrigação de notificar os serviços veterinários da AUSL que emitiram a autorização de transporte ou o certificado de idoneidade do condutor ou homologação do veículo para que possam prever a adoção de eventuais sanções acessórias.

A legislação traçada, apesar de ter estabelecido regras fundamentais e limites específicos para o exercício da atividade, ainda é inadequada.

Episódios semelhantes aos descritos continuam ocorrendo em desacordo com o que foi estabelecido pelo legislador.

Esperando que as pessoas tomem consciência do fenômeno e que o transporte de animais vivos em longas distâncias seja definitivamente proibido, utilizando, em seu lugar, os meios alternativos existentes (por exemplo, o transporte de carne refrigerada e, portanto, o abate de animais nas proximidades dos criadouros), De momento, parece oportuno esperar que sejam preparadas intervenções incisivas, no sentido de fazer cumprir as normas em vigor, atenuando, pelo menos, os incómodos que, em todo o caso, são inevitáveis.


VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS PARA O TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS

Desenhamos e fabricamos reboques, semi-reboques e acessórios para camiões para o transporte de animais vivos, satisfazendo uma grande clientela europeia e internacional que nos reconheceu como um válido líder de mercado.

Os veículos são construídos com sistemas industriais que garantem um produto tecnologicamente avançado, com uma estrutura de alumínio muito leve totalmente fabricada na Itália. O processo de produção otimizado ao longo dos anos também nos permite conter custos para oferecer veículos a preços competitivos.

Nossos meios de transporte de animais vivos são facilmente comercializados e procurados como veículos usados. Na verdade, eles mantêm um alto valor ao longo do tempo, graças à sua confiabilidade reconhecida e homologação europeia. O transportador fica satisfeito com a tara do veículo que permite maior carga útil e resistência adequada.

Outro valor agregado de nossos veículos é dado pela operação plena em qualquer condição ambiental, mesmo em países com climas adversos como a Rússia ou países quentes como o sul da Europa.


Direito dos animais

Uma página dedicada a direito dos animais e respeito por eles. Porque quando a violência atinge o mundo animal, os humanos também são afetados.

“Todos os animais nascem iguais antes da vida e têm os mesmos direitos de existir”. Assim, lê-se o primeiro artigo do Declaração Universal dos Direitos dos Animais assinado em 1978 na sede da Unesco em Paris por numerosas associações que tratam dos direitos dos animais, incluindo L.i.d.a., a Liga Italiana dos Direitos dos Animais.

Mais de 40 anos se passaram desde aquela data e embora ainda haja um longo caminho a percorrer para atingir o cumprimento integral de todos os 14 pontos éticos previstos na Declaração, este assunto está ganhando cada vez mais espaço no coração de pessoas. A pandemia de coronavírus, que atingiu todo o planeta desde janeiro de 2020, mostrou mais uma vez que devemos reconstruir nosso relacionamento com as espécies que nos cercam.

Felizmente, o número de pessoas que se preocupam com o tratamento dado aos animais com os quais entram em contato está aumentando a cada dia, por aqueles que decidem se comportar mais compassivo à mesa, adotando uma alimentação vegetal sem sofrimento, para quem planeja férias respeitando a fauna local, para quem decide usar produtos sem crueldade, para quem adota de canis e gatis.

Os animais não devem ser humanizados, mas tratados com respeito e a atenção que sua natureza exige, principalmente em um mundo onde tudo está conectado, onde o local se torna global. Porque quando a violência atinge o mundo animal, os humanos também são afetados.

Infelizmente, manter cães em uma corrente é legal em grande parte da Itália

Os cães acorrentados ainda são um costume triste em muitas regiões italianas. E as leis, mesmo que existam, muitas vezes são inexistentes ou ineficazes.


Novo edital de leilão público de javalis vivos

AUTORIDADE REGIONAL DO VEIO PARK

Via Castelnuovo di Porto 14 00060 Sacrofano (RM)

Telefone 069042774, fax. 0690154548

BAIXE O AVISO DE LEILÃO COM ANEXOS

AVISO DE LEILÃO PÚBLICO

Objecto: Leilão público de venda de javali vivo capturado no Parco di Veio no âmbito das actividades previstas no Plano para a programação das operações de controlo numérico de javali.

De referir que, em execução da Deliberação do Diretor do Parque Natural Regional de Veio n. ______ de 28 de setembro de 2020, em Terça-feira, 6 de outubro de 2020 às 11h00, terá lugar um leilão público na sede do Parque Natural Regional Veio localizado na via Castelnuovo di Porto 14 no Município de Sacrofano (RM) venda de espécimes vivos de javalis capturados dentro da área protegida. As condições de venda estão contidas nas Especificações de Desempenho anexadas a este aviso como parte integrante e substancial do mesmo (Anexo 1).

REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO - Empresas que realizam as atividades de explorações de javalis para fins alimentares, quintas de caça e quintas de caça. Sob pena de exclusão da licitação, essas estruturas deverão ser dotadas de invólucro adequado e exclusivamente dedicado à finalidade (ver Anexo 2).

A empresa deve atender aos requisitos da Lei 157/92 art. 17 e por L. R. Lazio n. 17 de 02/05/1995 com particular referência às autorizações relativas à detenção e / ou reprodução de javalis (Sus scrofa) As empresas não regionais devem possuir requisitos equivalentes aos previstos na referida legislação regional.

CRITÉRIOS E MÉTODO DE PRÊMIO - O preço básico do leilão é de € 2,00 por kg de peso vivo (IVA incluído). O leilão será realizado na modalidade prevista no art. 73 alínea c) do Regulamento de Contabilidade do Estado, aprovado com R.D. 23 de maio de 1924, n. 827 e isso por meio de ofertas secretas em alta, a serem comparadas com o preço base acima indicado. Ofertas de redução não serão aceitas.

A premiação será feita em favor do concorrente que apresentar a melhor oferta e, com a mesma oferta, será concedida à estrutura localizada na menor distância do município de Sacrofano (RM), de forma a garantir o menor transporte estresse aos animais.

De acordo com o art. 69 do Decreto Real 23/05/1924, n. 827 avisa que a premiação será feita mesmo na presença de apenas uma oferta válida.

MÉTODO DE CONCLUIR A COMPETIÇÃO - Uma comissão julgadora, constituída e constituída por este Órgão, de acordo com as disposições legais e regulamentares, é responsável pela conclusão do concurso.

A experiência do concurso decorrerá no dia, hora e local acima definidos e na presença da comissão de concurso referida no período anterior. O Presidente, após verificar a regularidade dos selos e escritos nele apostos de acordo com o presente edital, abrirá primeiro o primeiro envelope (envelope A) contendo a documentação administrativa e fará a verificação, após verificação da regularidade dos selos e escritos apostos de acordo com este aviso também no envelope contendo a oferta econômica. Após o resultado do exame pertinente, a Comissão, após ter recolhido quaisquer observações ou reclamações de pessoas com direito a falar em nome e por conta das empresas concorrentes individuais, providenciará a admissão daqueles que tenham apresentado documentação regular. Posteriormente, a Comissão iniciará a abertura do envelope contendo a oferta económica (envelope B) apresentada pelas empresas admitidas e até então mantido perfeitamente fechado e com o selo de apresentação intacto. A Comissão de Licitação irá verificar o preço oferecido por cada empresa e, ao final desta atividade, procederá à elaboração e leitura pública do ranking provisório. As propostas que indicarem contraprestação inferior ao valor previsto na base do leilão serão descartadas.

Todas as operações de licitação serão registradas pelo secretário responsável.

O leilão público terá início na hora marcada, mesmo que nenhum dos concorrentes esteja presente no pavilhão de competição. A Comissão reserva-se o direito indiscutível de não dar lugar ao concurso na data fixada e de o adiar, notificando as empresas concorrentes, sem que estas tenham reclamações a este respeito.

PRAZO E MÉTODO DE APRESENTAÇÃO - As empresas interessadas em participar da licitação terão que enviar o pacote contendo a oferta e a documentação em anexo, em mãos, mediante agendamento (tel. 069042774, celular. 3204210096, e-mail: [email protected]), ou pelos correios (estadual ou por correio privado com autorização estadual) não depois de horas 9h em 6 de outubro de 2020para o seguinte endereço:

ENTIDADE PARQUE NATURAL REGIONAL DE VEIO - Via Castelnuovo di Porto n. 14. 00060 Sacrofano (RM). .

As candidaturas recebidas após este prazo imperativo não serão tidas em consideração, ainda que enviadas por carta registada com aviso de recepção ou serviço de correio expresso antes do termo do prazo. Para encomendas enviadas em mão, ou por outro serviço privado, prevalecerá a data do recibo aposto pelo serviço de protocolo da Entidade.

Fica entendido que a entrega da encomenda fica por conta e risco do remetente, se, por qualquer motivo, a encomenda não chegar a tempo ao seu destino.

O envelope fechado e lacrado por qualquer meio, deve conter as palavras "NÃO ABRIR .. Oferta de leilão público relativo à venda de espécimes vivos de javali" No seu interior devem existir duas embalagens fechadas A e B, lacradas e referenciadas nas abas de fecho, e marcadas com a mesma escrita e letra relativa (A ou B).

A embalagem não será processada se não for recebida dentro do prazo estipulado para a apresentação das propostas ou em que não esteja aposta a escrita indicada no presente anúncio, ou que não esteja lacrada e rubricada nas abas de fecho.

O envelope “UMA DOCUMENTAÇÃO ADMINISTRATIVA” deve conter a seguinte documentação administrativa:

  • uma declaração elaborada de acordo com o modelo apropriado no Anexo 2 totalmente preenchido na sua totalidade e assinada pelo proprietário / representante legal da Empresa e acompanhada de uma cópia do documento de identidade válido do assinante
  • cópia da autorização de funcionamento emitida pelo órgão competente às empresas ou por estas aos representantes legais das estruturas admitidas a participar no concurso (javalis para fins alimentares, caça e caça) acompanhada de mapas de planta de escala de a cerca

O pacote "B OFERTA ECONÔMICA" deve conter:

  • a oferta lavrada no formulário próprio referido no anexo 3 e integralmente preenchido pelo licitante em todas as suas partes em italiano, com um imposto de selo de € 14,62 e indicando a percentagem de aumento oferecida em relação ao preço do leilão de € 2,00 por kg / peso vivo (IVA incluído). O acréscimo deve ser indicado em algarismos e letras. Em caso de divergência, prevalece o aumento percentual indicado em letras. A oferta deve ser assinada pelo proprietário / representante legal da Empresa e não pode apresentar correções ou abrasões que não sejam expressamente confirmadas e assinadas.
  • as especificações de desempenho assinadas pelo proprietário / representante legal da Empresa em todas as páginas como um sinal de aceitação (Anexo 1).

CAUSAS DE EXCLUSÃO

Além do prazo estabelecido acima, nenhuma outra oferta será considerada válida mesmo que substitua ou adicional à oferta anterior.

Não haverá competição de melhoria.

Não são permitidas ofertas por pessoa a nomear, condicionais, indeterminadas ou referentes a outras ofertas.

Note-se que a não regularidade da oferta no que respeita ao disposto no Selo não conduz à exclusão do concurso. Será comunicado ao cartório competente para regularização (art. 19º do Decreto Presidencial de 26 de outubro de 1972, nº 642, substituído pelo art. 16 do Decreto Presidencial de 30 de dezembro de 1982, nº 955).

Procederemos à exclusão do concurso se algum dos documentos exigidos estiver em falta, incompleto ou irregular.

Da mesma forma, a exclusão da licitação é determinada pelo fato de que a documentação administrativa e a oferta não estão contidas nos envelopes internos apropriados ou nos quais a escrita indicada neste edital de leilão não está aposta, ou que eles não estão selados e rubricados no abas de fechamento.

Não são permitidas ofertas sem a assinatura do titular / representante legal e / ou carta indicativa da oferta, bem como aquelas que contenham atritos ou retificações na indicação do preço ofertado e sem a respectiva contra-assinatura.


Índice

  • 1 Transporte em geral
  • 2 Modo de transporte
    • 2.1 Transporte pessoal não motorizado
    • 2.2 Transporte por tração animal
    • 2.3 Transporte restrito
      • 2.3.1 Transporte ferroviário
    • 2.4 Transporte com direção irrestrita
      • 2.4.1 Transporte rodoviário
      • 2.4.2 Transporte aéreo
      • 2.4.3 Transporte de água
    • 2.5 Outros meios de transporte
  • 3 O estudo científico do transporte
  • 4 Transporte, atividades e uso do solo
  • 5 Transporte, energia e meio ambiente
    • 5.1 Redução do transporte poluente
  • 6 História do transporte
  • 7 notas
  • 8 Bibliografia
  • 9 itens relacionados
  • 10 outros projetos
  • 11 links externos

O sistema de transporte, que em primeiro lugar distingue o transporte de tração irrestrito do transporte de guia restrito [Nota 1], inclui infraestruturas, veículos e atividades de gestão. Os veículos são divididos de acordo com o meio em que operam (terrestre, fluvial e marítimo, aéreo e espacial).

As infraestruturas de transporte são constituídas por instalações fixas, que constituem as redes. As redes dividem-se nas linhas (ou "infraestruturas lineares"), nas quais se deslocam os utilizadores do sistema (peões, animais e veículos), e nos terminais (ou "infraestruturas pontuais"), onde se origina a viagem e destino. Entre as linhas destacam-se rodovias, ferrovias, hidrovias (hidrovias e canais) e oleodutos. Os terminais incluem aeroportos, estações ferroviárias, rodoviárias, estações de carga, portos fluviais e marítimos. Os terminais podem ser utilizados tanto para o intercâmbio de passageiros e mercadorias, até mesmo entre veículos que operam em vias diferentes (terminais intermodais e interportos), quanto para a manutenção de veículos.

Os usuários do sistema de transporte são humanos, animais (selados, embalados ou rebocados, bem como rebanhos durante a transumância) e veículos motorizados mecanicamente, que podem incluir bicicletas, motocicletas, carros, ônibus, caminhões, trens, aeronaves, incluindo aviões e helicópteros, navios de passageiros e carga.

A exploração dos transportes inclui tanto a forma como os veículos são geridos e a sua circulação nas infra-estruturas, como os procedimentos previstos para o efeito, incluindo o planeamento do sistema e das suas partes, a coordenação entre os modos, o financiamento e regulamentar e legislativo padronização, que convergem na determinação de escolhas de políticas setoriais. No setor dos transportes, a exploração e propriedade das infraestruturas pode ser tanto pública como privada, dependendo do país e do meio de transporte.

O transporte de passageiros pode ser público, se os operadores que prestam o serviço forem detidos ou controlados diretamente pelo Estado ou por outras entidades públicas, ou privado, se o operador do serviço for sujeito de direito privado. O transporte desempenha um papel importante no crescimento econômico e na globalização, mas a maioria dos meios de transporte causa poluição do ar, poluição sonora e ocupa grandes áreas de terra. O planejamento de transporte eficaz é essencial para facilitar o tráfego, combater o congestionamento e lidar com a expansão descontrolada dos centros urbanos.

Um modo de transporte é uma atividade que faz uso de um determinado tipo de veículo, infraestrutura e gerenciamento. O transporte de passageiros ou mercadorias pode envolver um ou mais modos, sendo neste último caso denominado transporte intermodal ou multimodal. Cada caminho tem suas vantagens e desvantagens e é escolhido com base em elementos relativos ao tempo de viagem, o custo do transporte e outros como a capacidade do veículo ou o itinerário a percorrer.

Transporte pessoal não motorizado Editar

Transporte pessoal não motorizado é o transporte de pessoas ou mercadorias realizado com recurso à força muscular humana, sob a forma de caminhada, corrida e natação. Ele também é usado para operar certos tipos de veículos.

Modalidade de transporte de baixo impacto ambiental, permanece difundida por razões econômicas e de gestão, principalmente em áreas pouco desenvolvidas economicamente e de difícil acesso ou onde a instalação de uma infraestrutura de transporte seria excessivamente onerosa. É preferido em algumas atividades de lazer e é objeto de alguns esportes.

As tecnologias desenvolveram muitos tipos de veículos e máquinas capazes de facilitar o transporte pessoal não motorizado, como bicicletas, patins, esquis para neve, esquis aquáticos, barcos a remo e aeronaves movidas a vento, ou pela força muscular humana.

Transporte de tração animal Editar

O transporte de tração animal é o uso de animais de trabalho para a movimentação de pessoas e mercadorias. Os humanos podem montar animais diretamente, usá-los como animais de carga para o transporte de mercadorias ou, sozinhos ou em grupos, para rebocar veículos.

Transporte restrito. Modificação

Modificação de transporte ferroviário

Nascido com a tração animal e depois passado para a tração motorizada, o transporte ferroviário desenvolveu-se rapidamente durante a primeira Revolução Industrial, assumindo, até o advento do automóvel e do transporte aéreo, uma posição de monopólio no transporte terrestre em médias distâncias.

Dependendo do tipo de demanda atendida, divide-se em transporte ferroviário urbano (operado por bonde e metrô) e extra-urbano (ferrovia tradicional e sistemas experimentais de alta velocidade como monotrilhos).

Transporte ferroviário, que se abriu desde a introdução da telegrafia ao uso de tecnologias avançadas de controle de tráfego, após uma fase de declínio na sequência do desenvolvimento do automóvel e do transporte aéreo em que o seu desaparecimento foi considerado próximo, a partir da segunda metade de No século XX, iniciou-se a recuperação de quotas de mercado significativas graças ao aumento das velocidades das missões e à integração com outros modos de transporte.

Transporte irrestrito. Modificação

Transporte rodoviário Editar

O transporte rodoviário, que se desenvolveu desde a antiguidade graças à construção de redes rodoviárias por razões políticas e militares mais do que económicas, teve um impulso decisivo desde o final do século XIX, graças à introdução de veículos de passageiros e mercadorias.

Como todos os sistemas de transporte sem restrições, o veículo desfruta de considerável flexibilidade operacional, especialmente para a escolha das rotas a serem percorridas. Foi um dos motivos de sua rápida e excepcional difusão, que no século XX fez com que o transporte motorizado afastasse o monopólio do transporte terrestre das ferrovias.

No entanto, suas limitações intrínsecas, agravadas por ações corretivas inadequadas por parte das autoridades propostas para o planejamento de transportes, têm levado, especialmente nos grandes centros urbanos, a um aumento insustentável da poluição química, ruído, congestionamento e acidentes. Procura-se remediar esses problemas com medidas de redução forçada do tráfego, especialmente nos centros históricos, e com o fortalecimento dos sistemas de transporte público.

Transporte aéreo Editar

O transporte aéreo utiliza meios mais leves (balões: balões de ar quente e dirigíveis) ou mais pesados ​​que o ar (aeronaves: helicópteros, aviões). A sua gestão baseia-se em terminais terrestres (aeroportos) e aéreos (companhias aéreas). A assistência ao vôo, possibilitada por tecnologias eletrônicas, é baseada em sistemas de localização e comunicação entre o pessoal de terra e as tripulações.

Difundido no século XX, o transporte aéreo é caracterizado pela grande velocidade da missão e pelo forte impacto ambiental causado pelo ruído (principalmente durante a decolagem e aterrissagem) e pelo alto consumo de energia provocado pela necessidade de sustento no ar.

Edição de transporte aquático

O transporte por hidrovias naturais (oceanos, mares, lagos e rios) e artificiais (canais navegáveis) ocorre por meio de embarcações, incluindo barcos, navios, barcaças e outros veículos híbridos, como hovercrafts.

Nascido em tempos pré-históricos, o transporte aquático desenvolveu-se confiando a propulsão primeiro às correntes, à força muscular e à ação do vento. A navegação mecânica, com motor a vapor, foi introduzida no final do século XVIII. A partir do século XIX, difundiu-se a navegação baseada na propulsão com motores de combustão interna. Outros tipos de propulsão foram testados, como a energia nuclear, que teve alguma difusão na navegação militar. A partir de meados do século XX, a propulsão muscular e a vela são principalmente utilizadas em barcos de recreio.

O transporte marítimo, marítimo ou fluvial, embora lento, é particularmente adequado para o transporte de grandes quantidades de determinados tipos de mercadorias, sendo mais barato do que o transporte terrestre (rodoviário ou ferroviário) e o transporte aéreo intercontinental. O transporte marítimo de curta distância e os ferries continuam a ser essenciais na navegação costeira e na travessia de pequenos trechos de mar.

Outros modos de transporte Editar

O transporte de mercadorias, geralmente no estado líquido ou gasoso, pode ser feito por dutos e também é realizado em longas distâncias, como no caso do gás natural e do petróleo. O transporte em dutos de produtos sólidos, em curtas distâncias, utiliza sistemas pneumáticos.

O transporte por corda é utilizado para superar grandes diferenças de altura, ao ar livre (gôndolas, teleféricos e teleféricos) e em edifícios (elevadores e escadas rolantes).

Uma vez que carrega uma carga útil que pode ser instrumentação científica ou tripulação, o vôo espacial também se enquadra na definição de transporte, realizado fora dos limites convencionais da atmosfera terrestre por meio de espaçonaves (se os OVNIs fossem de fato sondas de origem extraterrestre, também fariam parte dos sistemas de transporte). .

O sistema de transporte pode ser dividido em três subsistemas: infraestrutura, veículos e gestão.

  • As infra-estruturas abrangem toda a rede de transportes (estradas, auto-estradas, caminhos-de-ferro, canais, pipelines, etc.), mas também os nós e terminais (como aeroportos, estações ferroviárias, transportes, paragens de autocarro e portos). Geralmente, o projeto da rede é de responsabilidade da engenharia de transportes, engenharia civil e planejamento urbano.
  • Veículos como veículos motorizados, veículos motorizados e trens, que geralmente viajam em uma infraestrutura específica, e aeronaves e navios que operam rotas aéreas e marítimas.
  • A gestão, ou exercício, das competências de engenharia de transportes, engenharia de gestão, engenharia de sistemas e economia dos transportes, visa procurar o melhor funcionamento de todo o sistema de transportes e seus componentes, através de estudos de controlo e segurança (sinalização rodoviária, ferroviário tráfego, controlo de voos), bem como a procura da gestão financeira mais adequada, por exemplo através de portagens rodoviárias e ferroviárias ou da cobrança de impostos sobre os combustíveis.

O projeto do veículo envolve engenharia mecânica e, para trens de força e sistemas de controle e direção, engenharia de máquinas térmicas, engenharia elétrica e tecnologia da informação. As disciplinas relativas aos veículos são tradicionalmente agrupadas de acordo com os modos de transporte: portanto, temos engenharia aeroespacial, engenharia de veículos motorizados, engenharia ferroviária e engenharia naval.

O projecto das redes, com as infra-estruturas associadas, é o tema da engenharia civil e da engenharia de transportes, que desde a segunda metade do século XX adquiriu autonomia das referidas especializações disciplinares em investigação aplicada e no âmbito universitário.

As disciplinas mencionadas contam com a colaboração de outras, como dinâmica, engenharia elétrica, mecânica, eletrónica ou termotécnica, que também estão geralmente presentes nos cursos universitários de engenharia já mencionados.

O uso da terra apóia as atividades humanas e estas estão espacialmente deslocadas. O transporte é em grande parte "um pedido derivado", pois é necessário para uma determinada atividade. O uso cuidadoso do território agrupa atividades semelhantes (por exemplo, logística e venda de alimentos) e prepara o desenvolvimento de áreas de alta densidade próximas a linhas e meios de transporte, enquanto o mau uso concentra atividades (como locais de trabalho) longe de outros destinos (como residência e comércio).

Além do problema de transporte, alguns usos do solo ganham eficiência com o agrupamento. O equipamento de transporte ocupa o solo e na cidade o pavimento (dedicado às ruas e estacionamentos) pode facilmente ultrapassar 20% do total disponível. Um sistema de transporte eficiente pode reduzir esse desperdício, com uma vantagem para a habitabilidade das cidades.

O transporte com veículos com motor de combustão interna consome grande quantidade de energia, principalmente na forma de combustão de hidrocarbonetos que, parcialmente queimados, geram poluição. Benché si vada verso veicoli caratterizzati da minor emissione di inquinanti nell'atmosfera, con regolamenti sempre più restrittivi, la forte crescita del parco veicoli circolante tende a vanificare questi rimedi. Tra essi si segnalano l'uso di combustibili meno inquinanti (come il gas di petrolio liquefatto e il metano).

Un'altra strategia è quella di rendere i veicoli più efficienti, riducendo i consumi di energia, e proporzionalmente lo spreco e l'inquinamento. I veicoli a motore elettrico hanno emissioni dirette nulle, ma finora presentano forti limiti principalmente nell'autonomia, causate dalla tecnologia delle batterie. Il motore a cella a combustibile, che consuma idrogeno (ma anche metano o biogas, etc.), ha emissioni quasi nulle nel luogo in cui viene usato, ma la produzione e conservazione dell'idrogeno è inquinante e pericolosa per la sua infiammabilità.

Il veicolo ibrido combina un motore a scoppio con uno elettrico, ottenendo importanti risparmi nei consumi di carburante. Spesso utilizza anche il recupero dell'energia persa in frenata: quando il guidatore frena, l'energia cinetica persa dal veicolo viene usata almeno parzialmente per ricaricare la batteria, invece che dissiparla tutta in calore nei freni.

Le fonte maggiore di perdita energetica degli automezzi convenzionali è dovuta alle irreversibilità del processo termico del motore. Le altre perdite sono dovute all'attrito che si sviluppa durante il movimento, sia viscoso con l'aria sia volvente tra le ruote e la superficie stradale.

Un altro fattore rilevante nel determinare i consumi è il peso del veicolo.

Riduzione del trasporto inquinante Modifica

Una riduzione dell'inquinamento e degli altri danni provocati dal trasporto può essere ottenuta anche riducendo la quantità di trasporto che viene consumata.

Il trasporto infatti genera danni che hanno un costo ingente per la società e per l'economia, e che vengono denominati costi esterni del sistema dei trasporti.

La crescente presa di coscienza del problema, che comprende anche l'incidentalità, ha spinto i decisori politici nazionali e sovranazionali a studiare e promulgare atti normativi, di pianificazione e di prescrizione, volti a promuovere l'utilizzo dei modi di trasporto meno dannosi per l'ambiente e a sostenere di riflesso una riorganizzazione sociale ed economica che elimini o riduca le cause che generano la domanda di trasporto con modi più inquinanti.

I primi mezzi di trasporto usati dagli esseri umani furono il camminare a piedi e il nuotare. L'addomesticamento degli animali introdusse significative migliorie quanto alla velocità, alla durata del viaggio e alla possibilità di trasportare carichi più pesanti, anche col traino di veicoli a slitta o su ruote. Il trasporto via acqua, con la navigazione a remi o a vela, prima della Rivoluzione industriale fu l'unico modo per superare grandi distanze.

I sentieri e le strade sterrate vennero presto affiancati, presso alcune civiltà caratterizzate da un'organizzazione sociale e politica più sviluppata e in grado di sostenere, con l'imposizione fiscale, gli oneri di costruzione e di manutenzione, da reti viarie dotate di pavimentazione artificiale.

Lo sviluppo delle reti e dei mezzi di trasporto, contribuendo allo sviluppo economico, favorì l'urbanesimo, anche se fino alla fine del Settecento i trasporti rimasero lenti e costosi.

L'introduzione di nuove forme di energia, come quella generata dal motore a vapore e subito applicata ai trasporti con le ferrovie e la navigazione a vapore, svincolarono i trasporti dalla forza muscolare degli animali e dell'uomo, generando quella che la storiografia definisce come rivoluzione dei trasporti. Nell'Ottocento la trazione con mezzi meccanici fu applicata anche al trasporto su strada e, insieme allo sviluppo della navigazione aerea specialmente a partire dall'invenzione dell'aeroplano e all'introduzione delle comunicazioni elettriche (telegrafia, telefonia e poi radio e altri sistemi di comunicazione), caratterizzò l'Ottocento e poi il Novecento come l'epoca dello sviluppo mondiale del sistema dei trasporti.

Dopo la seconda guerra mondiale i trasporti stradali e aerei ridussero notevolmente il ruolo del trasporto ferroviario e marittimo. Dagli anni cinquanta la rapida diffusione del container semplificò il trasporto merci, consentendo una notevole riduzione dei costi interni al sistema e spingendo a una più marcata integrazione fra i vari modi di trasporto. L'introduzione del motore a reazione nel trasporto aereo nazionale e internazionale, insieme allo sviluppo della viabilità stradale e degli autoveicoli, dopo il 1950 ha causato una grave crisi del trasporto ferroviario. A essa le società ferroviarie specialmente europee e asiatiche hanno risposto introducendo, dal 1964 (primo fu il Giappone), linee e treni in grado di sviluppare alte velocità, che sono riusciti a riconquistare significative quote di passeggeri.

All'inizio del XXI secolo il sistema dei trasporti, in tutto il mondo, è caratterizzato da un crescente dinamismo che, se sostenuto da adeguate scelte politiche specialmente di coordinamento e di integrazione fra i modi, potrà contribuire significativamente al riequilibrio tra le aree più o meno avvantaggiate del globo e a una riduzione dell'impatto ambientale.


L’importazione di animali geneticamente modificati è vietata. Le uniche eccezioni possibili riguardano gli animali destinati alla ricerca, terapia e diagnostica sull’uomo o sugli animali.

Per l’importazione di alcuni animali da reddito e dei loro prodotti genetici è necessario un permesso generale di importazione, rilasciato dall’Ufficio federale dell’agricoltura (UFAG). Allo stesso UFAG vanno presentate anche tutte le domande relative ai contingenti. Per le importazioni, considerare anche gli aspetti in materia di diritto doganale.


Video: Conheça as regras para transportar animais domésticos